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Soul Calibur 4 finalmente é meu! Meu!

Essa semana chegou meu Soul Calibur 4! Nunca joguei nenhum dos jogos anteriores, portanto este é um review de alguém completamente por fora da historia do jogo. E mesmo assim achei foda!

O jogo é ultramente divertido. O sistema de luta é muito simples de se pegar e isso torna a jogabilidade muito boa, ao mesmo tempo que te deixa dar golpes extremamente maneiros sem precisar gravar vários botões.

De início fiquei assustado com a velocidade em que zerei o jogo no modo Story. Muito rápido. Mas percebi que o jogo não se centra apenas nele, existe diversos outros modos, como o “Tower of the Lost Souls” (tipo um survival) e o modo Arcade, o clássico modo dos jogos de luta, enfrente seguidos inimigos e quem vencer os rounds…vence!

Os gráficos de Soul Calibur 4 são lindos. Não mostra realismo nas feições humanas como em Gears of War, por exemplo, mas esta não é a intenção do jogo. É estilo fantasia! Ainda bem, porque se fosse assim as cores a s luzes não seria tão belas durante as partidas.

Tem, ainda, um modo de construção de personagem, onde você pode comprar itens novos (com dinheiro  ganho durante o jogo) e liberar novos itens conforme termina os vários modos de jogo, e fazendo determinadas ações nas lutas.

Sem contar a presença do universo Star Wars, representado pelo aprendiz de Darth Vader, o Yoda (para Xbox 360) e Darth Vader (PS3). Como eu tenho o X360, só joguei com o Yoda. O estilo de luta dele foi baseado na famosa cena de luta da nova trilogia, com saltos e tudo mais. Mas queria saber como é o Darth Vader lutando…. Espero que os boatos de que vão por o Vader pra comprar via Live sejam verdade!

De início não queria esse jogo, por preconceito. Até que por curiosidade (e insistência do Bighi) baixei o Demo e quis comprar na hora! Vale a pena!!

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Civilization Revolution, eu aprovo!

Civilization Revolution

Depois de mais de 3 semanas esperando, finalmente chegou meu Civilization Revolution para o Xbox 360. Sou um grande fã de jogos de estratégia, e principalmente do Civilization IV no PC. Eu sabia que a versão para consoles tinha sido simplificada para ser mais ágil, e por isso eu estava ao mesmo tempo ansioso para jogá-lo logo, e com medo de que fosse uma porcaria. Mas eu digo isso: o jogo é ótimo!

Quem já jogou a versão de PC vai notar grandes diferenças. Eu diria que retiraram 70% da complexidade, mas as inovações deixaram o jogo ainda muito estratégico e divertido. Você não precisa mais se preocupar com felicidade e saúde das cidades, nem com custo de manutenção. Não precisa treinar trabalhadores para construir melhorias no terreno ao redor da cidade. Muita coisa se foi, mas a alma de Civilization continua lá.

Nem só de remoções se faz uma revolução. Civilization Revolution também adiciona novos elementos à formula da série. Agora você precisa manter um certo nível de cultura na sua cidade, ou seus habitantes se tornam incivilizados. E é bom tomar cuidado, pois agora é mais fácil “roubar” as cidades dos outros através de uma cultura superior. Basta surgir um grande artista no seu país, e ele pode ser usado para “roubar” uma cidade de algum país inculto próximo a você.

Todo no jogo acontece muito mais rápido. Você pesquisa novas tecnologias mais rápido, constrói unidades mais rápido e, desde o começo, o dinheiro pode ser usado para apressar a produção de novas unidades ou construções. Além disso, as unidades militares se curam completamente em no máximo 2 turnos. Estas mudanças atingiram corretamente seu objetivo: você não precisa passar vários turnos esperando as coisas acontecerem.

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Castle Crashers

A Xbox Live Arcade é de longe uma das melhores idéias implementadas para o Xbox 360. Alem de nos permitir jogar inúmeros clássicos do passado, pagando por eles, é claro, ela também oferece regularmente jogos novos bem interessantes.

Um desses jogos é o Castle Crashers, lançado recentemente. O jogo pode ser definido como uma mistura de Final Fight com… com alguma coisa que eu não pensei ainda. A jogabilidade é extramemente complexa, você tem que andar pelas fases e bater em tudo que se mover. Enfim, praticamente ciência de foguete.

É possível escolher inicialmente entre 4 personagens, sendo que cada um tem ataques físicos bem parecidos, diferindo apenas na magia que cada um pode lançar. Conforme você vai derrotando os inimigos e passando de fase, o seu personagem vai ganhando experiência e subindo de nível, permitindo assim aumentar os seus atributos (força, magia, defesa e agilidade).

O jogo permite equipar os personagens com vários itens, como poções de cura, bombas, um sanduíche anabolizante, um arco e inúmeras armas para o ataque primário. Além disso, você pode conseguir mascotes para o seu personagem, sendo que só é possível ter um de cada vez, e cada um deles possui uma habilidade especial, como achar itens de cura e atacar os inimigos.

Algo interessante a ser dito é que, ao contrário do que eu pensei inicialmente, o jogo tem uma certa profundidade. Um exemplo disso é o fato de ele ter uma boa quantidade de fases, além da possibilidade de destravar personagens secretos, o que aumenta o tempo útil do jogo.

Acontece que o jogo também tem seus defeitos. Um deles é o preço, 1200 Microsoft Points, o que é um pouco acima da média. Não que o jogo não seja bom, mas 800 Microsoft Points seria o mais justo, ainda mais considerando o fato de que jogos como Soul Calibur e Castlevania: Symphony of the Night terem este preço.

Outro ponto negativo é o multiplayer online. Algo que prometia ser incrivelmente divertido deixou bastante a desejar. Não que ele não seja legal, o problema é que ele simplesmente não funciona, pelo menos não como deveria. Eu, Xaxa e Leo tentamos jogar juntos várias vezes durante o fim de semana, mas não conseguimos jogar por mais de 10 minutos sem ter a partida abruptamente finalizada. Mesmo no multiplayer com apenas dois jogadores esse problema persistiu, embora desta vez o jogo tenha durado mais tempo.

Concluindo, Castle Crashers, apesar dos problemas apresentados, é um jogo realmente divertido. Não vai mudar a indústria dos jogos eletrônicos, mas vai te divertir durante um bom tempo. Portanto, baixe o demo, gratuitamente, e veja por si mesmo.

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Assassin’s Creed: O jogo que me decepcionou

Imagem de Assassin\'s Creed

Nos meses antes do lançamento, tudo que eu lia sobre Assassin’s Creed me deixava mais e mais ansioso pra pôr minhas mãos no jogo. Era feito pela empresa responsável pelo desenvolvimento do meu querido Prince of Persia, os gráficos pareciam muito bons, e ainda o personagem seria livre para andar por toda a cidade, escalar prédios, matar os alvos de inúmeros jeitos diferentes. Jogar Assassin’s Creed parecia tão legal quanto ganhar na mega-sena, mas sem todo aquele trabalho de apostar.

Então eu pus as mãos no jogo.

A primeira coisa que notei foram os gráficos. Ah, os gráficos estavam lindos, exatamente como nas fotos e vídeos que eu via antes do lançamento. Na televisão de LCD ficaram ainda mais lindos, brilhantes, mais reais que a vida real.

Continuei a jogar Assassin’s Creed e me deparei com um sistema de combate que parecia muito divertido. Eu podia defender os ataques com a minha espada, podia mandar uma série de golpes no inimigo onde eu terminava matando ele numa animação legal, e ainda podia mandar um contra-golpe com altas chances de matar meu adversário. Tudo muito legal. As missões também me divertiam muito. Eu podia salvar cidadãos que estavam sendo atacados pela polícia, podia me sentar num banco e ouvir a conversa de dois bandidos pra obter alguma informação, podia seguir um cara até um local deserto, e meter a porrada nele até ele me dizer o que quero.

Terminei a primeira missão, matei meu alvo, vamos pra próxima cidade. Na segunda cidade do jogo eu tinha então um novo alvo. Nessa cidade eu podia fazer missões de salvar cidadãos sendo atacados pela polícia, ouvir conversa dos outros, e torturar alguém por notícias. Legal, Assasin’s Creed é mesmo divertido.. Fui passando as missões, indo para novas partes da cidade. Sétima missão, um novo bairro enorme da cidade pra explorar, onde eu podia salvar cidadãos sendo atacados pela polícia, ouvir conversas do outros, torturar… ah, peraí! De novo????

É, Assassin’s Creed é só isso. Cada nova cidade ou novo bairro que você entra, você vê no mapa onde estão as missões, vai até elas, e faz exatamente as mesmas coisas que vocês fez várias vezes nos bairros anteriores. Não uma ou duas, mas umas 5 ou 6 vezes cada tipo de missão em cada bairro. Isso quer dizer, a cada novo bairro, salvar umas 5 ou 6 pessoas da polícia, ouvir umas 5 conversas, torturar uns 4 ou 5 caras.

Não há nada novo, o jogo não evolui, as missões e o combate são sempre os mesmos, sem qualquer incentivo pra você continuar. Jogar a sétima missão é exatamente igual a jogar a terceira missão, só mudando levemente o cenário. Eu diria que este jogo é como aqueles de luta livre: a impressão inicial é muito legal e divertida, mas se você parar pra jogar por mais tempo, vai ver que o jogo não tem muito mais a oferecer.

Comprei outro jogo e Assassin’s Creed está até hoje acumulando poeira na estante. Nunca cheguei ao fim, e não tenho a menor vontade de botar o jogo novamente no console.

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